"HojeAlgo morre
mas quão triste se algo nasce!
Um novo círculo
novos levantes quedas
Novo sangue Podre
E que de mim se renova
De algo que congela, procumbe e tomba
Se não voraz Penumbra
Perduro consciente em meu vagar
até o karma puder sanar
Enquanto afetos morrem defronte
Sereno e auto-fustigado
em meu útero nutro minha sombra
Ilustre pútrefo destroço
Que Melhor se não terminar-me
selar minha semente conspurcada
Seduzido pela língua de minha Espada"
Victor Idálio Von Graff

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