Se mesmo um Imponente Reino Promissor e Confiante
deixou de existir entre as lamúrias das trevas
por entre lembranças sopradas no vento do descaso
Se mesmo colunas erguidas sobre o solo profícuo da eternidade
tombaram antes mesmo de se erguerem em meio a éons
Quê esperaremos então de uma cidadela feita tal como nas noturnas histórias árabes
onde todos os ensaios e maravilhas desejadas se fazem instantânea pretensa verdade
aonde aquilo que é tão reluzente, faz cegar para não ver a natureza voltívola de sua inconsistência existencial
em nenhures onde perecem os esperançosos
nadando insanamente atrás da luz guia da lua
refletida no lago da negligência e do conforto profano
onde se afogam miseravelmente no silêncio eloqüente dos tolos...
L.V.I. Von Graff
Poesias Nascidas do Olor de Meu Purgar de minha anima despedaçada a cair membros pelo volteio amálgamas de miséria, pejo, revolta ironias e da Penumbra do qual sou Eterno -Gaudioso e Probo- Servente
Tons Soturnos Minhas Nênias Benvindamente Maldiçoadas
Isto tudo não é mais do que um ensejo voltívolo de precipitação etérea e amorfa, vinculado a pensamentos e devaneios semi-insandecidos profusos de bestas e musas acorrentadas no quarto no fundo do abismo orcal, cheio de caixas vazias e livros lidos, onde surrealmente existe uma canção que permeia todo o vergel subterrâneo de meu ilustre e profano claustro, de minha pessoa, maldita e serena, ecoando alto em notas surdas, num silêncio eloqüente e impronunciado, no qual minha meia máscara pútrefa, roteja às vistas de Meu Honorável Senhor, pingando misérias, borbotões de sânie vermal e alguns sarcasmos, ironias e ensaios libidinosos subliminarmente permeantes em sentenças que traem sua natureza ninfômana, libertina e esbórnica.
VonGraff
VonGraff
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário