Tons Soturnos Minhas Nênias Benvindamente Maldiçoadas

Isto tudo não é mais do que um ensejo voltívolo de precipitação etérea e amorfa, vinculado a pensamentos e devaneios semi-insandecidos profusos de bestas e musas acorrentadas no quarto no fundo do abismo orcal, cheio de caixas vazias e livros lidos, onde surrealmente existe uma canção que permeia todo o vergel subterrâneo de meu ilustre e profano claustro, de minha pessoa, maldita e serena, ecoando alto em notas surdas, num silêncio eloqüente e impronunciado, no qual minha meia máscara pútrefa, roteja às vistas de Meu Honorável Senhor, pingando misérias, borbotões de sânie vermal e alguns sarcasmos, ironias e ensaios libidinosos subliminarmente permeantes em sentenças que traem sua natureza ninfômana, libertina e esbórnica.

VonGraff

terça-feira, novembro 30, 2010

Ao que nos leva quando sôfregos tememos ir

Para tudo que se demove
meu Amor que te busca e que te acolhe
que ao seu alcance se lança
ao seu encalço lhe segue descalço
num lançar cego mas confiantemente certo

Se ao Seu envolte cheguei
qual outro sentido em Tudo haveria de me questionar?
Pois Tudo recebeu seu sentido
quando era para sua direção que sem nada mostrar
tudo apontava

No Meu Porto Seguro se Faz Inteiro Meu Ser
Podem Levar Eras ou Segundos de um Olhar
Mas quando me deitei em Seu peito
e Você encontrou sua morada no meus braços feridos
O ciclo no fulgor de um eclipse fechou
tal qual se faz Verdade Sei Que a Você
o Destino Levou

L.V.I. Von Graff

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